O grande homem é silenciosamente bom.
É genial - mas não exibe gênio.
É poderoso - mas não ostenta poder.
Socorre a todos - sem precipitação.
É puro - mas não vocifera contra os impuros.
Adora o que é sagrado - mas sem fanatismo.
Carrega fardos pesados - com leveza e sem gemido.
Domina - mas sem insolência.
É humilde - mas sem servilismo.
Tem sabedoria de manifestar-se com poucas palavras.
Fala a grandes distâncias - mas sem gritar.
Ama - sem se oferecer.
Faz bem a todos - antes que se perceba.
Rasga caminhos novos - sem esmagar ninguém.
Abre largos espaços - sem arrombar portas.
Entra no coração humano - sem saber como.
Assim age o homem verdadeiramente grande.
Porque é instrumento nas Mãos de Deus.

O grande homem se foi, e fica aqui os nossos aplausos e o nosso agradecimento. OBRIGADO, NILSON!

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